O tema single "new art riot" encontra-se em plena rotação na antena3... antena3.pt
sexta-feira, junho 10, 2005
sexta-feira, maio 13, 2005
"new art riot" - first single de amian
"new art riot" é o primeiro tema a ser retirado do álbum "Amian" já disponível, aqui, no blog oficial da banda...
Comentários para humancycle@iol.pt
quarta-feira, maio 04, 2005
07.05.05 Concerto Park Bar
quinta-feira, janeiro 13, 2005
quinta-feira, outubro 21, 2004
23 Out Valentino's Bar 23h
sábado, outubro 09, 2004
16 Out. - Le Son em Coimbra - 23h
quarta-feira, setembro 01, 2004
Concerto apresentação do álbum "Amian"
segunda-feira, agosto 09, 2004
1º dia de gravação - voz human cycle
O dia começa muito cedo partindo da cidade “invicta” em direcção a Viseu, onde ficam situados os Estúdios de Gravação Gripp. É ainda de manhã que se chega ao destino com uma temperatura exterior, a marcar no painel do automóvel, que ronda 1º grau positivo. Clima que faz lembrar por exemplo qualquer estúdio situado no estado da Califórnia. :). Entro na sala de “comandos” para decidir com o “Sr. Capitão” (produtor Daniel Eboli) quais serão os temas que vamos começar a gravar. São escolhidas as duas canções mais calmas para se iniciar de uma forma serena este primeiro dia de gravações da voz. Estas duas faixas são definitivamente as faixas mais intimistas que os human cycle detêm neste momento. Foram gravadas de uma forma muito simples mas muito eficaz e de uma “beleza arrepiante”. Na realidade o vocalista é aquele que mais “sorte” tem, isto porque quando chega a sua vez de gravar já estão registados quase todos os instrumentos, e desta forma já se consegue ter uma percepção de como será o resultado final dos vários temas. A parte da tarde reserva-nos uma música intitulada “thrilling ride” que contará com uma participação muito especial. Esse convidado chegará ainda neste mesmo dia para gravar. Se as músicas que ocuparam a manhã eram mais serenas e intimistas esta posso descrevê-la como um tema forte, melódico e com muita alma. “thrilling ride” lança-nos para um início de tarde estupendo... Entretanto chega um dos nossos convidados especiais para participar no nosso sonhado primeiro albúm...é ele o Tozé, vocalista dos Blunder, que nos vai ajudar a enriquecer ainda mais esta faixa do nosso “longa-duração”. O seu timbre único começa a flutuar pelo estúdio, e de facto aquilo que nós pensamos, resultou ainda melhor. Parabéns, e obrigado Tozé pela tua magnífica participação. Estas “primeiras horas” de estúdio não podiam ser o melhor mote para os restantes dias de gravação...
Escrito por: Mário J. Dias - voz human cycle
quarta-feira, junho 23, 2004
Um dia com...
segunda-feira, junho 14, 2004
O meu primeiro dia de gravações
terça-feira, junho 01, 2004
“As graves notas”
sexta-feira, maio 07, 2004
1ª Dia de gravação de Bateria - “A cela Kafkiana”
Depois dos variados processos de composição do albúm durante os últimos tempos chega o momento de registar todo o material seleccionado.
Se a composição e constituição de música é para mim um prazer espontâneo, o estúdio sempre funcionou como uma espécie de cela sufocante e “stressante”, sobretudo porque me cabe gravar toda a parte da bateria acústica. Todo o “stress” acaba por se tornar positivo quando se começa a perceber o corpo e dimensão dos registos e “takes” que se vão gravando.12h30: Tudo a postos para começar a gravar, depois de uma reunião matinal com o “chefe de comandos” Daniel....afinações e som de bateria acertados; silêncio, microfones...acção.
13h40: Depois de 3 ou 4 “takes”, não me lembro ao certo, tínhamos a primeira faixa de bateria gravada, tendo em conta que não poderia ser definitiva.
14h00: O metrónomo e a banda não combinam. Opto por tocar sozinho a “medea” conseguindo um bom resultado após 2 “takes”.
15h00: Com algumas faixas já gravadas chega a hora de ir almoçar. As francesinhas em Viseu são péssimas e caras, não aconselháveis.
Após esta refeição veio a continuação das gravações “takes”, “takes”, e mais “takes”...acumulando material de bateria.
19h30: Comecei a sentir os meus dedos a arder, tinha a pele “esfolada”. Algures num “take” qualquer sinto as mãos húmidas, e agora sim a parte “core” da cela sufocante, de repente vejo sangue que se espalha pelos timbalões em pintas rubras, PÁRA TUDO, há sangue...
Tinha a mão esquerda numa massa de sangue e gordura humana...intervalo, curativos, pensos e algodão. Ao mesmo tempo a minha vista esquerda denunciava uma infecção devido ao abuso das lentes de contacto e começava-se a operar em mim uma transformação “Kafkiana”.
22h00: Jantar, “um monstro” num fast-food. Mãos ligadas e olho inchado, “o monstro” está à solta!
23h00: De volta à cela, mais “takes”, mais suor, mais sangue.....
02h00: Final do primeiro dia de gravações. Recolhemos 6 amostras válidas de bateria boa média não fossem os meus dedos inchados. Já não me reconhecia, disforme, ao frio de Viseu e sem francesinhas de jeito para comer...
Dedico todo o esforço de gravação de estúdio deste albúm a todos os artistas que exploraram o que há de mais negro e violento para nos dar o mais claro e o mais belo.
Escrito por José Barbosa: Bateria e percussão “human cycle”
